segunda-feira, 22 de abril de 2019

Introdução do Novo Livro de Ilton Freitas - "Guerra Híbrida Contra o Brasil: Golpe "Legal", a Prisão de Lula, Fascismo e Entreguismo"




| por: Ilton Freitas


Prezado(a)s amigo(a)s,

Não foi sem dificuldades que dei por concluído a poucos dias o meu segundo livro intitulado; “Guerra Híbrida Contra o Brasil: Golpe “Legal”, a Prisão de Lula, Fascismo e Entreguismo.” Na verdade se trata de um projeto mais ousado em relação a minha primeira publicação de 2013, pois nesse novo esforço me propus a buscar nas relações internacionais, mais precisamente na geopolítica as respostas a priori que permitiram a eleição – fraudulenta, à bem da verdade - de um fascista para presidir nosso País. Como consequência dessa tragédia política assistimos o desmonte da Constituição “Cidadã” de 1988 e do estado democrático de direito, das políticas sociais que beneficiaram a população mais necessitada nos governos petistas e o mais antinacional e despudorado entreguismo que fere mortalmente nossa soberania, fazendo-nos regredir à mera condição servil de colônia. 

A rigor o argumento que desenvolvo é de que o desencadeamento do caos (político, institucional e social) no Brasil e seu “gerenciamento” teve como ponto de inflexão as malfadadas “jornadas de junho de 2013”, passando pelo golpe midiático/jurídico e parlamentar que resultou no impeachment de Dilma em 2016, pela prisão ilegal do ex-presidente Lula e na eleição do fascismo neoliberal tão bem expressos na figura do escroque Bolsonaro no ano passado. No entanto todos esses eventos não são independentes. Ao contrário. Entre eles há unidade, coerência e propósitos. Há “método na loucura”. E a chave para a compreensão desses fenômenos aparentemente desconexos é a “Guerra Híbrida”, que consiste na abordagem adaptativa da guerra (indireta) do imperialismo anglo-americano para o século XXI. 

Sendo assim disponibilizo no meu blog a Introdução do livro, que possui três capítulos. Os dois primeiros são dedicados ao debate teórico entre as principais correntes do pensamento geopolítico ocidental na perspectiva do imperialismo e como percebem América Latina e Brasil. E na discussão e aprofundamento do conceito de Guerra Híbrida, sobretudo considerando as pesquisas e insights de um dos mais brilhantes analistas de relações internacionais contemporâneos, o russo Andrew Korybdo. Por fim, e à luz do conceito de Guerra Híbrida analiso os acontecimentos em nosso País que resultaram na eleição de Bolsonaro e do projeto fascista neoliberal. 

Oportunamente farei o pré-lançamento do livro através desse blog e o lançamento propriamente num evento público que divulgarei com antecedência. Grato pela atenção e deem uma conferida na Introdução.

Saudações, 

Ilton Freitas 


sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

E o “Caos” Pariu Bolsonaro: Trunfos da “Guerra Híbrida” no Brasil

| por: Ilton Freitas


Portanto, a eleição de Bolsonaro e de sua delinquente narrativa de fomento ao ódio contra a esquerda, os movimentos sociais e as minorias, não deve ser compreendida isoladamente. A eleição de Bolsonaro é um continuum das jornadas de junho de 2013, das manifestações contra a Copa em 2014, das ações midiáticas da operação “Lava à Jato” a partir de 2015, das manifestações “quintas-colunas” coloridas de verde e amarelo, do golpe parlamentar e do impeachment de Dilma em 2016 e da prisão criminosa do ex-presidente Lula nesse ano. Todos estes eventos foram desatados para destruir o Estado Nacional brasileiro se valendo da instrumentalização e gerenciamento do “caos”, ou, da “Guerra Híbrida”. Como se diz: “há um método na loucura”! Talvez não tenhamos sido suficientemente consequentes com a análise do que ocorreu no Brasil a partir da queda do governo Dilma. O fato é que Haddad não poderia ter vencido Bolsonaro, pois não se tratava mais de uma eleição democrática! 




Bolsonaro presta continência a um assessor do governo Trump. Atitude de vassalo e de entreguistas das riquezas do País!



quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Bolsonaro e a Cultura Anti-Democrática, Junho de 2013 e Crise do PSDB

| por: Ilton Freitas


Os “grandes arquitetos” do golpe permitiram que bufões como Bolsonaro adquirissem notoriedade midiática, porquanto se demonstraram úteis na tarefa de insultar e promover a violência e o ódio contra o governo Dilma, o PT e sua principal liderança, o presidente Lula. A rigor a candidatura de Bolsonaro se tornou expressão e desaguadouro de três fenômenos combinados. Um que diz respeito a uma certa cultura política do País e outros dois de natureza conjuntural.



terça-feira, 14 de agosto de 2018

“Regime Change[1]” na Nicarágua: Geopolítica, Crise e Instabilidade

| por: Ilton Freitas


A recente onda de violência que se precipitou sobre a Nicarágua nos meses de abril a julho, vitimando mais de trezentas pessoas entre “manifestantes” oposicionistas e militantes/simpatizantes sandinistas, teve o propósito de desestabilizar o governo de Daniel Ortega. Embora as autoridades nicaraguenses tenham anunciado a diminuição dos protestos e da violência, nada garante que os patrocinadores externos da desestabilização do País – que são os mesmos que atentam contra a Venezuela – e os internos, os “quintas-colunas”, não recuperem em breve a iniciativa. 




Marcha de apoiadores do governo sandinista em Manágua em 7 de julho de 2018 (Foto: AFP)


sexta-feira, 27 de julho de 2018

O Espectro Que Ronda o Golpismo: Lula Ganhará as Eleições

| por: Ilton Freitas


O condomínio de golpistas que atentaram contra nossa democracia em 2016, derrubando o governo de Dilma através de um golpe parlamentar - “legitimado” por setores do judiciário e apoiado pela mídia-empresa - imaginaram um outro cenário para o corrente ano. Grosso modo fizeram apostas políticas que não se sustentaram, e outras que a realidade insiste em destroçar a cada pesquisa de intenção de voto para presidente. 



quarta-feira, 20 de junho de 2018

"Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?"


(Por Raúl Zibechi | Tradução: Inês Castilho)
(FONTE: https://outraspalavras.net/mundo/america-latina/colombia-cavalo-de-troia-na-america-latina/) 


"Estranho ingresso do país na OTAN ajuda Washington a desestabilizar Venezuela e controlar movimentos populares. Eleição, ontem, de Ivan Duque, presidente conservador, pode agravar tendência".